Criados na década de 60 no Japão por Karou Ishikawa, os círculos de qualidade têm com objetivo de elevar a qualidade dos processos e capacitar a equipe de colaboradores. Os círculos da TPF Engenharia contam com um conjunto de colaboradores que promovem a troca de experiências entre equipes de diferentes produtos sobre determinado tema. Lições aprendidas e oportunidades de melhoria são apresentadas por um profissional para o time, se caracterizando como uma poderosa ferramenta de melhoria contínua.  

A participação nessa iniciativa é voluntária. Os grupos reúnem colaboradores que se interessam pelos temas debatidos, possuem afinidade e/ou trabalham na área e, assim, gostariam de contribuir e de ajudar no desenvolvimento do tema.  

Atualmente contamos com os Círculos de Qualidade de: 

  • Engenharia de Produção de Projetos; 
  • Geotecnia e Hidrologia; 
  • Orçamento; 
  • Auditores Internos; 
  • Mobilidade e Urbanismo; 
  • Saneamento; 
  • Inovação; 
  • BIM. 

Na última segunda-feira (1º/08), o Círculo de Geotecnia e Hidrologia se reuniu para debater sobre os ‘Critérios Normativos para o Plano de Ações Emergenciais’ para segurança de barragens. Os Planos de Ações Emergenciais (PAE) e Planos de Ações Emergenciais para Barragens de Mineração (PAEBM) são de extrema importância, pois norteiam os envolvidos no processo de disposição de elementos em barragens a como proteger a população e o meio ambiente dos possíveis impactos causados por uma situação de emergência. 

No debate técnico discutiu-se os itens normativos que compõe a regulamentação de barragens através dos PAEs e PAEBMs, bem como o nível de qualificações interessantes para o atendimento das exigências das normas vigentes a partir da capacidade técnica para proteger a população e os profissionais que trabalham na área de execução, manutenção e operação de barragens. 

Foram elencados itens regulamentários dos órgãos Agência Nacional de Mineração (ANM), Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), e Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a nível nacional, além de portarias e leis de órgão estaduais, que deixam algumas dúvidas a respeito do nível de detalhamento de cada item normativo. Foi debatido, inclusive, o nível de responsabilidade dos profissionais e dos empresários envolvidos, que impactam diretamente a atuação de cada responsável no sucesso do Plano de Ação Emergencial.